Esta 3ª Feira no RDA69: conversa sobre a luta contra a barragem do Tua e jantar em apoio ao Projecto 270

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O Plano Nacional de Barragens propõe-se encher de betão os últimos rios portugueses que ainda correm livremente.
Um dos únicos cursos ribeirinhos na Europa inalterados pela acção humana, o rio Tua, foi condenado à  morte em prol da construção e exploração de uma dessas barragens pela EDP.  A barragem projectada irá assegurar 0,1% da produção de energia em Portugal e os seus custos astronómicos serão suportados pelos consumidores de electricidade  ao longo dos próximos 75 anos. A sua construção já custou 3 mortos e diversos feridos, devido às condições físicas do local e ao acelerado ritmo das obras.
Muitos são os exemplos do impacto da construção de barragens megalómanas, que provocaram uma enorme destruição ambiental a favor do enriquecimento dos interesses económicos de um punhado de investidores (como demonstrou recentemente, em Portugal, o impacto da barragem do Alqueva ).
Caso esta barragem seja construída, não só o seu impacto social e ambiental será irreversível como será dado um sinal de que nada pode travar a voragem dos interesses do betão e do sector energético.

Na próxima 3ªf, dia 19, propomos uma conversa acerca da luta contra a construção da barragem no Tua contrapondo com outra realidade e luta contra a construção da barragem em Belo Monte (Brasil). O jantar (assegurado pelo Projecto 270) começa às 20h e a conversa com passagem de fime às 21h30.

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